- Aqui é Sophie Moore, do New Yorker – tempo – Oi Sr. Beal! Obrigada por retornar a minha ligação! – tempo – Não, não sou escritora, sou checadora na verdade – tempo – É parecido com detetive particular – tempo – Vamos ver se é o Robert Beal que estou procurando – tempo – Onde estava quando descobriu que a 2ª guerra havia acabado? – tempo – Pougkeepsie? Certo! – tempo – Muito obrigada.
Lá vou eu para outra ligação:
- No momento em que a guerra acabou – tempo – Palm Beach? Certo, obrigada!
E outra:
- Sophie Moore? – tempo – Onde estava quando a 2ª guerra acabou? – tempo – Times Square?
Pensei que não ia encontrar o senhor. Bem, pode descrever exatamente o que viu naquele dia? – tempo – O beijo foi espontâneo ou foi produzido? – tempo – Foi mesmo? – tempo – Tem certeza? – tempo – Tudo bem, obrigada!
Finalmente encontrei o tal senhor. Fui direto mostrar para o Bobby o que tinha achado:
- Tem certeza absoluta? – Perguntou ele.
- O suboficial de primeira classe, Robert Beal, da marinha americana disse que a enfermeira era um arraso e que o beijo foi um ato totalmente espontâneo e a celebração de um verdadeiro amor!
- Ele mesmo te disse isso?
- Sim!
- Não falo pessoalmente com checadores, eu preciso saber se é certeza!
- Eu tenho certeza absoluta!
- Ótimo! As pessoas querem acreditar em verdadeiro amor! Falando nisso, está indo para Las Vegas para uma pré-lua de mel, me explique isso!
- São só férias antes do casamento!
Você deve estar super confuso, não é? Bom, vou explicar tudo. Depois que Justin foi embora, minha vida deu uma reviravolta. O chefe da New Yorker me contratou para eu ser checadora, é um ótimo trabalho e me da muito dinheiro, me mudei para Nova York.
Quanto ao Justin? Não apareceu mais, parei de acreditar nele depois disso:
Não fiquei com raiva da Selena, fiquei com raiva do Justin. Mas vamos falar de coisas boas. Estou noiva. De quem?











Nenhum comentário:
Postar um comentário